quarta-feira, 2 de outubro de 2013

AULA 4 - O Rectângulo

A figura geométrica.
A representação do nosso campo visual.
A estrutura do rectângulo (lados, diagonais, medianas, vértices e centros).
A orientação do rectângulo (horizontal, vertical e obliqua).
O rectângulo como espaço essencial para todas as experimentações.


Kasimir Malevitch,  Quadrado Preto sobre Fundo Branco, 1915. Óleo sobre tela.,82 cm x 81,2 cm


Jonh Cage, 4'33'', 1952


João César Monteiro, Branca de Neve, 2000.



quarta-feira, 25 de setembro de 2013

AULA 3 - Representação, construção e desconstrução

Representação, Construção e Desconstrução.
Contrastes.
Rupturas e continuidades.




Paolo Veronese, A Festa em Casa de Levi, 1573. Óleo sobre tela, 555 cm x 1280 cm.




Pablo Picasso, Les Demoiselles d'Avignon, 1907. Óleo sobre tela, 243,9 cm  x  233,7 cm


Pablo Picasso, Les Demoiselles d'Avignon, 1907. Óleo sobre tela, 243,9 cm  x  233,7 cm



quarta-feira, 18 de setembro de 2013

AULA 2 - Aspectos profissionais da prática artística.

Aspectos profissionais da prática da Arte e da Pintura.
O trabalho artístico / Pintura.
O meio faz a arte ou a arte faz o meio? Que condicionalismos? Que limites?  Que enquadramentos?
Os agentes: Produção artística e público. Pintura como profissão, conhecimento e âmbito.
Uma exemplificação de trabalho artístico ultra mediatizado:  Work of Art,




quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Exercício 1 - O Arquétipo da «minha» pintura

Uma «pintura» vista onde menos se espera:
Faça uma descrição de uma pintura que não existe!
Faça-nos crer através de um texto, que estamos na presença de uma pintura.
Pode servir-se de uma «imagem construída mentalmente» ou de uma imagem que represente qualquer realidade percepcionada ou experimentada por si. Mas que não seja nem tenha sido Pintura.

Deve referir primeiro a matéria que a compõe (dimensões, suportes e tecnologias), os contextos que a enquadram (localização), e os elementos visuais que a organizam (figurações, cor, texturas, linhas, posições, contrastes, escalas e proporções). Por último refira-se ao seu aspecto global.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

AULA 1

COMPOSIÇÃO
PROGRAMA 2013 2014

1. > Conteúdos programáticos
1.           Materialidade e imaterialidade. Gestos, matéria, técnicas e suportes.
2.           A superfície. Limites e formatos. A geometria do plano, do formato aos traçados ordenadores. Alberti e as harmonias musicais. Pacioli, a regra de ouro e as séries de Fibonacci. Composições dinâmicas. Simetria, proporção e equilibro na superfície.
3.           A cor. Materialidade, história e simbólica. Luz e claro-escuro. Harmonia. A cor e o desenho.
4.       O espaço. Da superfície ao espaço. Perspectivas, geometrias e conceitos de espaço. Continuidade e descontinuidade. Movimento. Tempo. Ritmo, repetição e diferença.
 2. > Objectivos da unidade curricular e competências a adquirir
A disciplina de Composição I constitui a primeira parte da componente teórica mais específica da licenciatura de Pintura e mais íntima da concepção e desenvolvimento do projecto pictórico. O seu território de conhecimento é definido pelos limites ontológicos da Pintura, como entidade com a configuração que a criação artística actual lhe confere.
Cumprindo uma vocação complementar ao desenvolvimento da actividade projectual pictórica, os domínios fundamentais desta disciplina integram acções que visam compreender a estrutura física e conceptual da obra pictórica, perceber quais são os elementos específicos da composição da Pintura, tomar consciência dos diversos processos de composição pictórica em função do tempo, dos lugares e de cada individualidade, relacionar o pensamento criativo com o fazer que se manifesta em muitos trabalhos teóricos de pintores e ajudar cada aluno a encontrar um espaço profissional próprio na área que o conhecimento da Pintura envolve.
 3. > Bibliografia
Geral:
AA.VV., The Triumph of Painting, Londres, Saatchi Gallery, 2005.
Tony Godfrey, Painting Today, Londres, Phaidon, 2009.
Geometrias:
NOEL, Emile (coord.), A Simetria. Mem Martins: Publicações Europa América, 1992.
ALBERTI , Leon Batista, Della Pittura. Bari: Grayon , 1973.
BERGER, René, Découverte de la Peinture. Verviers : Marabout Université, 1969.
BOULEAU, Charles, La Geometrie Secrete des Peintres. Paris : Le Seuil, 1963.
CLEYET-MICHAUD , Marius, Le Nombre d’Or. Paris: P.U.F. , 1985.
GHYKA , Matila, Estética das Proporções na Natureza e na Arte. Aires: Poseidon Buenos
GHYKA , Matila, Le Nombre d’Or. Paris: Gallimard, 1927.
GOMBRICH, Ernest, The Sense of Order, London: Phaidon Press, 1984.
KENT , Sarah, Composition. London: Eyewitness Art/ Dorling Kindersley Book , 1995.
KEPES , Gyorgy, Module, Symmetry, Proportion. London: Studio Vista, 1966.
STOICHITA, Victor I., L’Instauration du Tableau, Genebra, Droz S.A., 1999.
Cor e luz:
ALBERS, Josef, La interacción del color. Madrid: Alianza Editorial, 1984.
BALL, Philip, Bright Earth – Art and the invention of color, Chicago, The Chicago University Press, 2003.
BRUSATIN , Manlio, Storia dei Colori. Torino: Einaudi, 1983.
CARVALHO E SAMPAYO, Diogo de, Tratado das cores, 1787.
GAGE, John, Color y cultura, Madrid : Ediciones Siruela, 1993.
ITTEN, Johannes, Art de la Couleur. Paris : Dessain et Tolra, 1973.
PASTOUREAU, Michel, Dicionário das cores do nosso tempo. Lisboa, Editorial Estampa, 1993.
WITTGENSTEIN , Ludwig, Anotações sobre as Cores. Edições 70, Lisboa 1989.
STOICHITA, Victor I., A Short History of the Shadow. London: Reaktion Books, 1997.
Espaço:
BACHELARD ,Gaston, A Poética do Espaço. S. Paulo: Martins Fontes , 1993.
MOLES, Abraham, Psicologie de l’Espace,  Paris,  Casterman ,1978.
VAN LIER, Henri , Les Arts de l’Espace,  Casterman, Paris ,1971.
Linha:
BRUSATIN , Manlio, Histoire de la ligne [1993]. Paris: Flammarion, 2002.
KANDINSKY, Wassily Ponto Linha Plano. Lisboa: Edições 70, 1987.
Pensamento :
HALL , Edward T., A Dimensão Oculta. Lisboa: Relógio d’Água, 1986.
MÈREDIEU, Florence de, Histoire Matérielle et Immatérielle de l’Art Moderne, Paris, Larousse, 2004.
 Tratados de Pintura:
NUNES, Filippe, Arte da Pintura, Symetria e Perspectiva. 1767.
PACIOLI, Luca, La Divina proporción. Madrid: Ediciones Akal, 1987.
VINCI, Leonardo da, The Notebooks of Leonardo da Vinci. Oxford Oxford University Press, 1986.
LICHTENSTEIN, Jacqueline (coordenação), La Peinture, Paris, Larousse-Bordas, 1997.
 Trabalhos teóricos de pintores:
AA.VV., Didáctica da Educação Visual (coordenação Rocha de Sousa), Lisboa, Universidade Aberta, 1995.
AA.VV., Fazer Falar a Pintura, (coordenação de António Quadros Ferreira), Porto, Universidade do Porto Editorial, 2011.
BACHELOR, David, Cromofobia, Madrid, Editorial Sintesis, 2001.
HOCKNEY, David, Secret Knowledge: Rediscovering the Lost Techniques of the Old Masters, Londres, Studio, 2006.
 HONEGGER, Gottfried, Homo Scriptor, Paris, Les Presses du Réel, 2004.
KANDINSKY, Wassily, De lo Espiritual en el Arte, Barcelona, Barral, 1982.
KANDINSKY, Wassily, Ponto Linha Plano, Lisboa, Edições 70, 1987.
RICHTER, Gerhard, The Daily Practice of Painting – Writings and Interviews 19762-1993, Londres, Thames and Hudson / Anthony D’Offay Gallery, 1995.
SABINO, Isabel, A Pintura depois da Pintura, Lisboa, FBAUL, 2000.
TÀPIES, Antoni, A Prática da Pintura, Lisboa, Cotovia, Arte, 2002.
 4. > Metodologia de ensino (avaliação incluída)
As aulas são de carácter expositivo e teórico, com recurso frequente a imagens.
Podem ser apresentados vídeos sobre a metodologias da produção artística ou marcadas visitas de estudo no horário habitual das aulas ou mediante outro a combinar.
Para uma mais rápida circulação da informação respeitante a cada uma das aulas será utilizado um blogue e um endereço electrónico:
 A avaliação é feita com base num trabalho de análise de uma pintura e num exame escrito no período das avaliações finais. A classificação final decorrerá da média aritmética simples.
 Critérios de avaliação:
1.        Demonstração dos conhecimentos específicos explicitados nos conteúdos do programa.
2.        Rigor metodológico.
3.        Qualidade da comunicação escrita
4.        Capacidade de lançamento de discussão.
 Ilídio Salteiro
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 9 de Setembro de 2013.

sábado, 15 de dezembro de 2012

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Exercício 3

As galerias de arte

Objetivos:

  1. Fazer uma aproximação ao universo das galerias de arte.
  2. Perceber a sua estrutura de funcionamento.
  3. Compreender a relação entre a produção e as entidades mediadoras.
  4. Comparar projetos.



A entrega do trabalho é no dia 8 de Janeiro

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Aula 11 / 2012 - 2013 / Cor

A luz branca, o espectro, a síntese aditiva e a síntese subtractiva.
Tonalidade, luminosidade e saturação.
A cor das coisas: ouro, prata, água, fogo, etc. …
A representação dos volumes: o espaço e as formas.
A representação da luz: o posicionamento dos focos, a luz natural e a luz artificial.
A presença da cor apenas por si própria.
O estaticismo cromático e as dinâmicas tonais.
Sete contrastes cromáticos: claro-escuro, cor em si, qualidade ou saturação, quantidade, quente-frio, complementar, simultaneidade.

PASTOUREAU, Michel, Dicionário das cores do nosso tempo, Lisboa, Editorial Estampa, 1993.
RS 2/19 [FBAUL]
ITTEN, Johannes, Art de la Couleur, Paris, Dessain et Tolra, 1973.
RS 2/1 [FBAUL]
BRUSATIN , Manlio, Storia dei Colori, Torino: Einaudi, 1983.
P 30/575 [FBAUL]
WITTGENSTEIN , Ludwig, Anotações sobre as Cores, Lisboa, Edições 70: 1989.
P 30/465 [FBAUL]
GAGE, John, Coulour in Art, London, Thames & Hudson, 2006.
 
GAGE, John, «Color sin Teoria: el papel da abstracción» in  Color y cultura, Madrid, Ediciones Siruela, 1993
ET 12/357[FBAUL]
BALL, Philip, Histoire vivante des coleurs, Paris, Éditions Hazan, 2005
 








segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A Obra de Arte na era de sua Reprodutibilidade Técnica


"Fiat ars, pereat mundus, esta é a palavra de ordem do fascismo, que, como reconhecia Marinetti, espera da guerra a satisfação artística de uma perceção sensível modificada pela técnica. Aí está, evidentemente, a realização perfeita da arte pela arte. Na época de Homero, a humanidade oferecia-se, em espetáculo, aos deuses do Olimpo: agora, ela fez de si mesma o seu próprio espetáculo. Tornou-se suficientemente estranha a si mesma, a fim de conseguir viver a sua própria destruição, como um gozo estético de primeira ordem. Essa é a estetização da política, tal como a pratica o fascismo. A resposta do comunismo é politizar a arte."
Walter Benjamin,  A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica, 1936.

domingo, 25 de novembro de 2012

Art for art's sake


The phrase 'art for art's sake' condenses the notion that art has its own value and should be judged apart from any themes which it might touch on, such as morality, religion, history, or politics. It teaches that judgements of aesthetic value should not be confused with those proper to other spheres of life. The idea has ancient roots, but the phrase first emerged as a rallying cry in 19th century France, and subsequently became central to the British Aesthetic movement. Although the phrase has been little used since, its legacy has been at the heart of 20th century ideas about the autonomy of art, and thus crucial to such different bodies of thought as those of formalism, modernism, and the avant-garde. Today, deployed more loosely and casually, it is sometimes put to very different ends, to defend the right of free expression, or to appeal for art to uphold tradition and avoid causing offense.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Uma noticia das origens do conceito da "Arte pela Arte"


The 1878 libel suit of Whistler v Ruskin, which elucidated the conflict between the newly formed aesthetic movement and the Victorian ideal of art, embodies the struggle between the establishment and a new worldview. It is yet another example of the reluctance with which the old makes way for the new. In this case, the conflict was played out on the stage of aesthetics and morality in late Victorian England. John Ruskin represented all that was essentially Victorian in both theory and virtue, whereas James Abbott McNeill Whistler illustrated what was to be the vanguard of modernity in art practice and theory. 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Aula 10 / 2012 - 2013 / Ponto, Linha e plano

Elementos estruturantes da Pintura: linha, ponto e plano.
Noção dos conceitos e das formas.
Expressão, construção.
Linhas explicitas e implícitas.
Tensões e dinâmicas.








terça-feira, 13 de novembro de 2012

Aula 9 / 2012 - 2013 / Matéria (II)


Matérias (físicas e conceptuais).
A obra e o pensamento.
As Janelas. Paisagem retrato e natureza morta. Realidade e virtualidade
Percepção e colagem.






terça-feira, 6 de novembro de 2012

Aula 8 / 2012 - 2013 / Matéria (I)


Matérias físicas:
suportes, matérias visíveis e matérias invisíveis.
A Pintura e as tecnologias.
De que matéria é feita a arte?
O que é a matéria. Não há matérias especificas para fazer arte.
Natureza e Arte. Matéria e forma.
As relações entre a física e as ideias.






quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Exercício 2


Exercício 2: Como fazer arte?

Quem o diz são os artistas e os seus manifestos. Da lista de manifestos publicados depois de 1946, e que lhe é apresentada agora, escolha três e elabore três pequenos textos de acordo com a seguinte estrutura:
1.       Autor, titulo e datas.
2.       Dados históricos.
3.       Os fundamentos.
4.       As declarações.
5.       Considerações finais
6.       Anexos
Formato do trabalho deve ser o seguinte:
1.       Máximo 4 páginas sem fotos
2.       Normas: meta artigo CSO (http://composicao1.blogspot.pt/ - 14 de Setembro de 2012)
3.       Dimensão A4 com identificação e numeração de página em cabeçalho, desde a página 1.
4.       Entrega dia 27 de novembro impresso em papel (na aula ou no cacifo) e por email: goyapintor@gmail.com.

Manifestos:
The Founding, Manifesto and rules of the other Muswell Hill Stuckists
Edgworth Johnstone, Shelley Li
2009
Toward a new Humanism in the Architecture
Austin Williams e outros
2008
First and Second Manifest Diasporist
R. B. Kitaj
1989 e 2007
Love Difference Manifesto.
Michelangelo Pistoletto
2002
Remodernist Manifesto
Billy Childish e Charles Thomson
2000
The Super Flat Manifesto
Takashy Murakami
2000
The Stuckist Manifesto
Billy Childish e Charles Thomson
1999
Minnesota Declaration
Werner Herzog
1999
13 Propositions of Post-Modern Architecture
Charles Jenk
1996
The _______ Manifesto
Michael Betancourt
1996
Manifesto
Dogme 95
1996
Manifesto
Lebbeus Woods
1996
Painter’ Equipment
George Baselitz
1985
Architecture must Blaze
Coop Himmelb(l)au
1980
Delirious New York: A Retroactive Manifesto for Manhattan
1978
Manifesto of the Arab Surrealist Movement
Maroin Dib
1975
Manifesto
Douglas Davis
1974
What Our Art Means
Gilbert and George
1970
Palpable Art Manifesto
Paul Neagu
1969
Maintenance Art Manifesto
Lierle Laderman Ukeles
1969
The Laws of Sculptors
Gilbert and George
1969
Fluxus Manifesto
George Maciunas
1963
Destrutivism: A Manifesto
Rafael Montanez Ortiz
1962
Pandemonic Manifesto I, 2nd version
Georg Baselitz
1961
I Am for an Art
Claes Oldenburg
1961
Situationist Manifesto
Guy Debord
1961
Auto-Destructive Art
Gustav Metzger
1959-61
Neo-Concrete Manifesto
Ferreira Gullar
1959
For Static
Jean Tinguely
1959
The Gutai Manifesto
Jiro Yoshihara
1956
Notes for a Manifesto
Victor Vasarely
1955
The Sublime is Now
Barnett Newman
1948
The White Manifesto
Lucio Fontana
1946