domingo, 5 de maio de 2019

Exercicio 2


Um texto que descreva de forma organizada e detalhada a leitura de um outro texto sobre composição, dado em aula. 

1. Título: na capa, também chamada página de rosto, deve aparecer um título personalizado (remetendo para o título do texto em análise), o nome da instituição (FBAUL-Composição Elementos), curso, data e autor (nome e nº de aluno) (uma página). 

2. Resumo: título do texto em análise, autor, data de publicação, tema geral do artigo, contexto do trabalho nos conteúdos de Composição Elementos, (4 a 5 linhas de texto). 

3. Introdução: Nessa parte inicial explica-se o que se esteve a estudar (o texto) e como foi feito esse estudo; apenas leu o texto dado ou escolhido? Consultou a bibliografia do artigo? Consultou outra bibliografia? Entrevistou alguém? Visitou alguma exposição ou evento? Fez pesquisa na internet? Viajou? (uma a duas páginas) 

4. Desenvolvimento (um subtítulo a partir do título do trabalho em análise e o autor): é uma parte mais longa, descrevendo ponto por ponto (índice) os assuntos tratados no texto. Desde a introdução até à bibliografia. O objetivo será destacar e descrever os aspetos principais do texto. Podem-se acrescentar outros pontos de vista, comparando, por semelhança ou por diferença. Mas indicando (citação) sempre as fontes bibliográficas. Pode também inserir entrevistas, desenhos, gráficos ou tabelas. 

5. Conclusão/considerações finais: fazer uma a síntese das principais ideias retidas do texto. Depois pode haver um teor crítico, onde pode ser dado um ponto de vista pessoal. Este trabalho para além de referir o que se leu e estudou é conveniente que abra, nesta parte, perspetivas para estudos futuros. 

6. Bibliografia / referências: numa folha separada deve conter tudo o que foi consultado durante o percurso da pesquisa. 

Bibliografia: 

Arnheim, Rudolph (1989). Intuição e Intelecto na Arte. São Paulo: Martins Fontes. 

Platão (380 a.C.). A República. Lisboa: Edição Calouste Gulbenkian, 2010. 

Citação: 

(Arnheim, 1989:56)


Entrega: 27 de maio às 24h, entre 5 a 10 páginas, em formato pdf, entregue por email para ....@campus...., em times 12 espaço 1,5.
No assunto do email: primeiro e último nome_ex. 2

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Carlos VIDAL, Invisualidade da Pintura: Uma História de Giotto a Bruce Nauman


Este é um livro sem começo nem fim, enciclopédia pós-hegeliana das ciências filosófico-visuais em epítome ou, de forma mais abreviada, um livro de considerações sobre objectos invisuais e acontecimentos artísticos que subvertem e superam a lógica e o sentido das obras de arte e dos acontecimentos. Em suma. Este é o livro que todos já lemos um dia antes de o termos lido, tal é a natureza polimorfa da sua força interpretativa e o estilo surpreendente das suas linhas de fuga.
CARLOS FRANÇA (Sobre “Invisualidade da Pintura”)

Sul Caravaggio c'è ancora molto da dire, specialmente per quanto riguarda il forte contrasto chiaroscurale. Il Suo piccolo libro rappresenta un'importante scelta di campo e sono certa che sia un contributo che aggiunge qualche cosa di nuovo.
MINA GREGORI (Sobre “Deus e Caravaggio”)


terça-feira, 29 de setembro de 2015

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

A1 - O Mundo é uma Entidade e a Pintura também

«....Nesse contexto, vivendo eu deslumbrado pelas coi­sas raras da abertura a novos valores, embora submerso nas águas opacas da mais reles contingência, Mário Dionísio foi para mim o professor de estética que não tive, o mestre da oficina pensante que não havia, o cientista da arte, em suma, que certos teóricos afrancesados fin­giam ser, intérpretes de uma retórica afinal simplista e de modelos aí conquistados, onde a crítica ia fixar o seu abusivo reinado. A PALETA E O MUNDO começara entretanto a circular de mão em mão. Dava-nos a ver, pelo ritmo da sua escrita calorosa e pela vivacidade das suas ideias, um projecto capaz de englobar a obra de arte simultaneamente no espaço das suas especificida­des e na perspectiva inalienável da sua função social. Ao contrário das poucas vozes que já se fixavam, em nome da descoberta e da liberdade, nas cúpulas de cada ten­dência (isto é: dos novos dogmas), Mário Dionísio des­fazia os nós dessa vontade de exclusão, desse estreita­mento redutor, desse apelo à mitologia local e à igreja onde os valores integram finitudes obscuras, quase nunca um decisivo discurso para o futuro...»



Lisboa: Publicações Europa-América, Vol I [índice], 1956, Vol II [índice],

1962, orientação gráfica de Maria Keil

Índice Geral

Volume I


PREFÁCIO
9


PRIMEIRA PARTE: EXPRESSÃO E COMPREENSÃO



Chamemos-lhe Divórcio
29
A Ciência contra a Arte?
46
Os Caprichos Têm Data
60
Um Mundo dentro do Mundo
71
Da Árvore à Estátua
82
Mãos Que Constroem Sonhos
94
Não Se Pode Copiar
104
A Beleza E Difícil
114
Conteúdo e Forma
134
Visita à Oficina
146
Olhar e Ver
175


SEGUNDA PARTE: PRESTIGIO E FIM DUMA ILUSÃO



A Própria Substância dos Objectos
181
Revolução e Compromisso
208
O Sono 'da Razão Engendra Monstros
236
O Horrível Está em Toda a Parte
257
Tu Próprio Es o Assunto
270
Outros Homens, Outros Temas
299
Não Vejo o Que Sejam Anjos
320
Da Bola de Bilhar ao Baralho de Cartas
346
Os Sortilégios da Luz
361
Como o Pássaro Canta
384


NOTAS E ÍNDICES



Notas
393
Índice dos Nomes Citados
415
índices das Ilustrações
423


Índice Geral do Volume II


TERCEIRA PARTE: OS PRIMEIROS PINTORES MALDITOS



Desencontros
9
Nos Umbrais da Solidão
50
Um Prato com Maçãs ou a Virgindade do Mundo
75
Um Pássaro Preso na Primavera
108
Para Mais Longe do Que os Cavalos do Pártenon
149


QUARTA PARTE: DURANTE AS GRANDES TEMPESTADES



French-Cancan e Música de Câmara
195
As Pontes Cortadas
227
Sorrir e Gritar
243
Analisar, Reconstruir
361
Abstrair
411
Enquanto os Canhões Troam
440
A Paz a Branco e Negro
460
Recusa e Intervenção
495
A Omnipotência do Sonho
497
Ao Serviço de
519
Na Hora do Abstracto
561


CONCLUSÃO
575


NOTAS E ÍNDICES



Notas
583
Índice dos Nomes Citados
606
Índice das Ilustrações
61


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Aula 11. Dez 3. Cor (III)


Johannes Itten (1888-1967)

7 Contrastes

Claro-escuro
Cor em si
Quente-frio
Saturação
Complementaridade
Simultaneidade

Quantidade

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Aula 8. Nov 12. Cor (1)

O professor Mariano Piçarra expõe o tema da Cor no espaço expositivo. O seu mais recente trabalho com a instalação da exposição A História Partilhada, Tesouros dos Palácios Reais de Espanha, presente na FCG.