Henry Peach Robinson, Fading Away, 1858
C0R - LINHA - TEXTURA - EQUILÍBRIO - HARMONIA - RITMO - UNIDADE - PROPORÇÃO - CONTRASTE - ESPAÇO
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Aula 8. Nov 12. Cor (1)
O professor Mariano Piçarra expõe o tema da Cor no espaço expositivo. O seu mais recente trabalho com a instalação da exposição A História Partilhada, Tesouros dos Palácios Reais de Espanha, presente na FCG.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Aula 7. Nov 5. Estruturas. Regra de Ouro
Estruturas para o campo visual
Traçados. Escala, Proporção. Simetria. Regra de ouro. Geometria, Arte e Natureza.
Traçados. Escala, Proporção. Simetria. Regra de ouro. Geometria, Arte e Natureza.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Aula 6. Out 29. Tate, Turner, Saatchi, White Cube
Continuação da análise dos aspectos sociológicos do mundo da arte contemporânea e consequências estéticas na Pintura e na Arte.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Aula 5. Out 22. Frieze London 2014
Aspectos sociológicos do mundo da arte contemporânea e consequências estéticas na Pintura e na Arte.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
sábado, 11 de outubro de 2014
John Badessari (1931)
Sentences on Conceptual Art
by Sol Lewitt (1928-2007)
Cantado por John Baldesari, 1971. Super 8mm.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Aula 2. Out 1. O que é Composição?
organizar, estruturar e compor Pintura.
Elementos iconográficos e elementos plásticos.
Modos de ver: observar, interpretar e utilizar.
Enunciar o exercício 1: Reorganizar.
Rembrandt,
O artista
em seu estúdio, 1626-28
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Aula 1, Set 24. Programa

Johannes Vermeer, A
aula de música, 1664. Óleo s/ tela, 73.3x64.5cm, Londres, Reino Unido.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Exercício 4:
Como fazer arte?
Quem o dirá são os artistas e os seus manifestos!
Da lista de alguns dos manifestos que foram publicados depois de 1946,
escolha apenas um e elabore três pequenos textos de acordo com a seguinte
estrutura:
Autor, titulo e datas.
Dados
históricos.
Como
se faz a arte? Fundamento.
Considerações
finais.
Máximo 2 páginas sem fotos. Pode ter anexos. Normas bibliográficas baseadas no meta artigo CSO (http://composicao1.blogspot.pt/
- 14 de Setembro de 2012). Dimensão
A4 (com identificação na página 1). Entrega dia 18 de dezembro impresso em papel, na
aula ou no cacifo, e por email: goyapintor@gmail.com.
Manifestos:
The Founding,
Manifesto and rules of the other Muswell Hill Stuckists
|
Edgworth Johnstone,
Shelley Li
|
2009
|
Toward a new
Humanism in the Architecture
|
Austin Williams e
outros
|
2008
|
First and Second
Manifest Diasporist
|
R. B. Kitaj
|
1989 e 2007
|
Love Difference Manifesto.
|
Michelangelo
Pistoletto
|
2002
|
Remodernist
Manifesto
|
Billy Childish e
Charles Thomson
|
2000
|
The Super Flat
Manifesto
|
Takashy Murakami
|
2000
|
The Stuckist
Manifesto
|
Billy Childish e
Charles Thomson
|
1999
|
Minnesota
Declaration
|
Werner Herzog
|
1999
|
13 Propositions of
Post-Modern Architecture
|
Charles Jenk
|
1996
|
The _______
Manifesto
|
Michael Betancourt
|
1996
|
Manifesto
|
Dogme 95
|
1996
|
Manifesto
|
Lebbeus Woods
|
1996
|
Painter’ Equipment
|
George Baselitz
|
1985
|
Architecture must
Blaze
|
Coop Himmelb(l)au
|
1980
|
Delirious New York: A
Retroactive Manifesto for Manhattan
|
1978
|
|
Manifesto of the
Arab Surrealist Movement
|
Maroin Dib
|
1975
|
Manifesto
|
Douglas Davis
|
1974
|
What Our Art Means
|
Gilbert and George
|
1970
|
Palpable Art
Manifesto
|
Paul Neagu
|
1969
|
Maintenance Art
Manifesto
|
Lierle Laderman
Ukeles
|
1969
|
The Laws of
Sculptors
|
Gilbert and George
|
1969
|
Fluxus Manifesto
|
George Maciunas
|
1963
|
Destrutivism: A
Manifesto
|
Rafael Montanez
Ortiz
|
1962
|
Pandemonic Manifesto
I, 2nd version
|
Georg Baselitz
|
1961
|
I Am for an Art
|
Claes Oldenburg
|
1961
|
Situationist
Manifesto
|
Guy Debord
|
1961
|
Auto-Destructive Art
|
Gustav Metzger
|
1959-61
|
Neo-Concrete
Manifesto
|
Ferreira Gullar
|
1959
|
For Static
|
Jean Tinguely
|
1959
|
The Gutai Manifesto
|
Jiro Yoshihara
|
1956
|
Notes for a
Manifesto
|
Victor Vasarely
|
1955
|
The Sublime is Now
|
Barnett Newman
|
1948
|
The White Manifesto
|
Lucio Fontana
|
1946
|
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
AULA 4 - O Rectângulo
A figura geométrica.
A representação do nosso campo visual.
A estrutura do rectângulo (lados, diagonais, medianas, vértices e centros).
A orientação do rectângulo (horizontal, vertical e obliqua).
O rectângulo como espaço essencial para todas as experimentações.
A representação do nosso campo visual.
A estrutura do rectângulo (lados, diagonais, medianas, vértices e centros).
A orientação do rectângulo (horizontal, vertical e obliqua).
O rectângulo como espaço essencial para todas as experimentações.
Kasimir
Malevitch, Quadrado Preto sobre Fundo
Branco, 1915. Óleo
sobre tela.,82 cm x 81,2 cm
Jonh Cage, 4'33'', 1952
João César Monteiro, Branca de Neve, 2000.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
AULA 3 - Representação, construção e desconstrução
Representação,
Construção e Desconstrução.
Contrastes.
Rupturas e continuidades.
Paolo Veronese, A Festa em Casa de Levi, 1573. Óleo sobre tela, 555 cm x 1280 cm.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
AULA 2 - Aspectos profissionais da prática artística.
Aspectos
profissionais da prática da Arte e da Pintura.
O trabalho artístico / Pintura.
O meio faz
a arte ou a arte faz o meio? Que condicionalismos? Que limites? Que enquadramentos?
Os agentes: Produção artística e público. Pintura
como profissão, conhecimento e âmbito.
Uma exemplificação de trabalho artístico ultra mediatizado: Work of Art,
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Exercício 1 - O Arquétipo da «minha» pintura
Uma «pintura» vista onde menos
se espera:
Faça uma descrição de uma pintura que não existe!
Faça-nos
crer através de um texto, que estamos na presença de uma pintura.
Pode servir-se de uma «imagem construída
mentalmente» ou de uma imagem que represente qualquer realidade percepcionada ou
experimentada por si. Mas que não seja nem tenha sido Pintura.
Deve referir primeiro a matéria que a compõe (dimensões, suportes e tecnologias), os contextos que a enquadram
(localização), e os elementos visuais
que a organizam (figurações, cor, texturas, linhas, posições, contrastes,
escalas e proporções). Por último refira-se ao seu aspecto global.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
AULA 1
COMPOSIÇÃO
PROGRAMA 2013 2014
1. > Conteúdos programáticos
1.
Materialidade e imaterialidade. Gestos, matéria, técnicas
e suportes.
2.
A superfície. Limites e formatos. A geometria do plano,
do formato aos traçados ordenadores. Alberti e as harmonias musicais. Pacioli,
a regra de ouro e as séries de Fibonacci. Composições dinâmicas. Simetria,
proporção e equilibro na superfície.
3.
A cor. Materialidade, história e simbólica. Luz e
claro-escuro. Harmonia. A
cor e o desenho.
4. O espaço. Da
superfície ao espaço. Perspectivas, geometrias e conceitos de espaço. Continuidade e
descontinuidade. Movimento. Tempo. Ritmo, repetição e diferença.
2. > Objectivos da unidade
curricular e competências a adquirir
A disciplina
de Composição I constitui a primeira parte da componente teórica mais
específica da licenciatura de Pintura e mais íntima da concepção e
desenvolvimento do projecto pictórico. O seu território de conhecimento é
definido pelos limites ontológicos da
Pintura, como entidade com a configuração que a criação artística actual
lhe confere.
Cumprindo uma
vocação complementar ao desenvolvimento da actividade projectual pictórica, os
domínios fundamentais desta disciplina integram acções que visam compreender a
estrutura física e conceptual da obra pictórica, perceber quais são os
elementos específicos da composição da Pintura, tomar consciência dos diversos
processos de composição pictórica em função do tempo, dos lugares e de cada individualidade,
relacionar o pensamento criativo com o fazer que se manifesta em muitos
trabalhos teóricos de pintores e ajudar cada aluno a encontrar um espaço profissional
próprio na área que o conhecimento da Pintura envolve.
3. > Bibliografia
Geral:
AA.VV.,
The Triumph of Painting, Londres,
Saatchi Gallery, 2005.
Tony
Godfrey, Painting Today, Londres,
Phaidon, 2009.
Geometrias:
NOEL, Emile (coord.), A Simetria. Mem Martins:
Publicações Europa América, 1992.
ALBERTI , Leon Batista, Della Pittura. Bari:
Grayon , 1973.
BERGER, René, Découverte de la Peinture. Verviers
: Marabout Université, 1969.
BOULEAU, Charles, La Geometrie Secrete des Peintres.
Paris : Le Seuil, 1963.
CLEYET-MICHAUD , Marius, Le Nombre d’Or. Paris:
P.U.F. , 1985.
GHYKA , Matila, Estética das Proporções na Natureza e
na Arte. Aires: Poseidon Buenos
GHYKA , Matila, Le Nombre d’Or. Paris : Gallimard, 1927.
GOMBRICH, Ernest, The Sense of Order, London : Phaidon Press,
1984.
KENT , Sarah, Composition. London :
Eyewitness Art/ Dorling Kindersley Book , 1995.
KEPES , Gyorgy, Module, Symmetry, Proportion. London:
Studio Vista, 1966.
STOICHITA, Victor I., L’Instauration du Tableau, Genebra, Droz S.A., 1999.
Cor e luz:
ALBERS, Josef, La interacción del color. Madrid:
Alianza Editorial, 1984.
BALL, Philip, Bright Earth – Art and the invention
of color, Chicago, The Chicago University Press, 2003.
BRUSATIN , Manlio, Storia dei Colori. Torino:
Einaudi, 1983.
CARVALHO E SAMPAYO, Diogo de, Tratado das cores,
1787.
GAGE, John, Color y cultura, Madrid : Ediciones
Siruela, 1993.
ITTEN, Johannes, Art de la Couleur. Paris :
Dessain et Tolra, 1973.
PASTOUREAU, Michel, Dicionário das cores do nosso tempo.
Lisboa, Editorial Estampa, 1993.
WITTGENSTEIN , Ludwig, Anotações sobre as Cores. Edições
70, Lisboa 1989.
STOICHITA, Victor I., A Short History of the Shadow.
London :
Reaktion Books, 1997.
Espaço:
BACHELARD ,Gaston, A Poética do Espaço. S. Paulo: Martins
Fontes , 1993.
MOLES, Abraham, Psicologie de l’Espace, Paris, Casterman ,1978.
VAN
LIER, Henri , Les Arts de l’Espace, Casterman, Paris ,1971.
Linha:
BRUSATIN , Manlio, Histoire de la ligne [1993]. Paris:
Flammarion, 2002.
KANDINSKY, Wassily Ponto Linha Plano. Lisboa:
Edições 70, 1987.
Pensamento :
HALL , Edward T., A Dimensão Oculta. Lisboa:
Relógio d’Água, 1986.
MÈREDIEU, Florence de, Histoire Matérielle et
Immatérielle de l’Art Moderne, Paris, Larousse, 2004.
Tratados de Pintura:
NUNES, Filippe, Arte da Pintura, Symetria e
Perspectiva. 1767.
PACIOLI, Luca, La Divina proporción. Madrid:
Ediciones Akal, 1987.
VINCI, Leonardo da, The Notebooks of Leonardo da Vinci.
Oxford
Oxford University Press, 1986.
LICHTENSTEIN, Jacqueline (coordenação), La Peinture, Paris, Larousse-Bordas, 1997.
Trabalhos teóricos de pintores:
AA.VV., Didáctica
da Educação Visual (coordenação
Rocha de Sousa), Lisboa, Universidade Aberta, 1995.
AA.VV., Fazer
Falar a Pintura, (coordenação de António Quadros Ferreira), Porto,
Universidade do Porto Editorial, 2011.
BACHELOR, David, Cromofobia,
Madrid, Editorial Sintesis, 2001.
HOCKNEY, David, Secret Knowledge: Rediscovering the Lost Techniques of
the Old Masters, Londres, Studio, 2006.
HONEGGER, Gottfried, Homo Scriptor, Paris, Les Presses du
Réel, 2004.
KANDINSKY, Wassily, De
lo Espiritual en el Arte, Barcelona, Barral, 1982.
KANDINSKY, Wassily, Ponto Linha Plano, Lisboa, Edições 70, 1987.
RICHTER, Gerhard, The Daily
Practice of Painting – Writings and Interviews 19762-1993, Londres, Thames
and Hudson / Anthony D’Offay Gallery, 1995.
SABINO, Isabel, A Pintura depois da Pintura,
Lisboa, FBAUL, 2000.
TÀPIES, Antoni, A
Prática da Pintura, Lisboa, Cotovia, Arte, 2002.
4. > Metodologia de ensino
(avaliação incluída)
As aulas são de carácter expositivo e teórico, com
recurso frequente a imagens.
Podem ser apresentados vídeos sobre a metodologias da
produção artística ou marcadas visitas de estudo no horário habitual das aulas
ou mediante outro a combinar.
Para uma mais rápida circulação da informação respeitante
a cada uma das aulas será utilizado um blogue e um endereço electrónico:
A avaliação é feita
com base num trabalho de análise de uma pintura e num exame escrito no período
das avaliações finais. A classificação final decorrerá da média aritmética
simples.
Critérios de avaliação:
1.
Demonstração dos conhecimentos específicos
explicitados nos conteúdos do programa.
2.
Rigor metodológico.
3.
Qualidade da comunicação escrita
4.
Capacidade de lançamento de discussão.
Ilídio Salteiro
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 9 de
Setembro de 2013.
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