quinta-feira, 16 de abril de 2020

GAB-A


As GAB-A, Galerias Abertas das Belas-Artes não se realizam em 2020 por causa das causas que todos conhecem e vivem: COVID-19.
No entanto esta infeliz ocorrência não nos pode impedir de procurarmos outros meios para atingirmos os mesmos fins: feira e fórum de arte, ou seja, troca e debate de bens ideias e pensamentos.
Devemos procurar soluções uma vez que o trabalho, estudo e investigação sobre arte nunca acabará.
Assim, nesta sua 14ª edição, decidimos dar um outro formato às GAB-A: GAB-A online


quarta-feira, 1 de abril de 2020

6. Textura



Apresentação complementar a apresentação em conferência (1 abril 2020)

terça-feira, 31 de março de 2020

Cinema - Obras sobre artistas pintores e respectivo processo



… TOULOUSE-LAUTREC ….
‘Moulin Rouge’, de John Huston (1952)

… VINCENT VAN GOGH ….
‘A Vida Apaixonada de Van Gogh’, de Vicente Minnelli (1956)

… MIGUEL ÂNGELO….
‘A Agonia e o Êxtase’, de Carol Reed (1965)

… ANDREI ROUBLEV …
‘Andrei Roublev’, de Andrei Tarkovsky (1966)

… VAN GOGH …
‘Van Gogh’, de Maurice Pialat (1991)

… Pintor e Modelo …
‘La Belle Noiseuse’, de Jacques Rivette (1991)

… ANTONIO LÓPEZ GARCÍA …
‘El Sol del Membrillo’, de Víctor Erice (1992)

… ARTEMISIA …
‘Artemisia’, de Agnès Marlet (1998)

… JANG SEUNG-UP / OWON …
‘Embriagado de Mulheres e de Pintura’, de Im Kwon-taek (2003)

… VERMEER …
‘Rapariga com Brinco de Pérola’, de Peter Webber (2003)

… TURNER …
Mr. Turner’, de Mike Leigh (2014)

segunda-feira, 30 de março de 2020

CONCURSO DE INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS

Performance "Antes e Depois. Restaurando a Ordem Natural" 12 de agosto Conceção: Mónica Mura XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2018)

A Fundação Bienal de Arte de Cerveira lança o desafio a artistas nacionais e estrangeiros para o envio de propostas de intervenção no âmbito do programa complementar da XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira, que decorre de 10 de julho a 13 de setembro de 2020.
O Concurso de Intervenções Artísticas 2020 decorre até 18 de abril e tem como objetivo a promoção das artes e da cultura contemporânea. Procuram-se projetos inovadores e transversais a todas as áreas artísticas (artes visuais, artes performativas e audiovisual, nomeadamente teatro, dança, música, circo, grafiti, performance, pintura, escultura, instalação, vídeo, fotografia, entre outros), para integrar a programação complementar da bienal de arte mais antiga do país e da Península Ibérica.
“Com este concurso pretende-se promover o intercâmbio artístico através de linguagens interdisciplinares, num ambiente que se pretende multicultural”, explica Cabral Pinto, coordenador artístico do evento.
De recordar que a Bienal Internacional de Arte de Cerveira assinala os seus 42 anos sob o tema “Diversidade-Investigação. O Complexo Espaço da Comunicação pela Arte”.... (MAIS)

terça-feira, 24 de março de 2020

segunda-feira, 23 de março de 2020

Cursos, Visitas e Conversas sobre arte gratuitas.


CONHECIMENTO DISPONÍVEL:
Em tempo de crise e de ficar em casa, temos acesso a algo mais. Tudo depende da nossa vontade.

Universidades de Harvard, Yale ou Princeton entre outras: 450 cursos gratuitos: Computer Science, Data Science, Programming, Humanities, Business, Art & Design, Science, Social Sciences, Health & Medicine, Engineering, Education & Teaching, Mathematics, and Personal Development.

MoMA

Google
Visitas online, pessoas, museus, galerias e obras:

Tate Modern
Conversas com artistas (TateShots Youtube):

domingo, 5 de maio de 2019

Exercicio 2


Um texto que descreva de forma organizada e detalhada a leitura de um outro texto sobre composição, dado em aula. 

1. Título: na capa, também chamada página de rosto, deve aparecer um título personalizado (remetendo para o título do texto em análise), o nome da instituição (FBAUL-Composição Elementos), curso, data e autor (nome e nº de aluno) (uma página). 

2. Resumo: título do texto em análise, autor, data de publicação, tema geral do artigo, contexto do trabalho nos conteúdos de Composição Elementos, (4 a 5 linhas de texto). 

3. Introdução: Nessa parte inicial explica-se o que se esteve a estudar (o texto) e como foi feito esse estudo; apenas leu o texto dado ou escolhido? Consultou a bibliografia do artigo? Consultou outra bibliografia? Entrevistou alguém? Visitou alguma exposição ou evento? Fez pesquisa na internet? Viajou? (uma a duas páginas) 

4. Desenvolvimento (um subtítulo a partir do título do trabalho em análise e o autor): é uma parte mais longa, descrevendo ponto por ponto (índice) os assuntos tratados no texto. Desde a introdução até à bibliografia. O objetivo será destacar e descrever os aspetos principais do texto. Podem-se acrescentar outros pontos de vista, comparando, por semelhança ou por diferença. Mas indicando (citação) sempre as fontes bibliográficas. Pode também inserir entrevistas, desenhos, gráficos ou tabelas. 

5. Conclusão/considerações finais: fazer uma a síntese das principais ideias retidas do texto. Depois pode haver um teor crítico, onde pode ser dado um ponto de vista pessoal. Este trabalho para além de referir o que se leu e estudou é conveniente que abra, nesta parte, perspetivas para estudos futuros. 

6. Bibliografia / referências: numa folha separada deve conter tudo o que foi consultado durante o percurso da pesquisa. 

Bibliografia: 

Arnheim, Rudolph (1989). Intuição e Intelecto na Arte. São Paulo: Martins Fontes. 

Platão (380 a.C.). A República. Lisboa: Edição Calouste Gulbenkian, 2010. 

Citação: 

(Arnheim, 1989:56)


Entrega: 27 de maio às 24h, entre 5 a 10 páginas, em formato pdf, entregue por email para ....@campus...., em times 12 espaço 1,5.
No assunto do email: primeiro e último nome_ex. 2

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Carlos VIDAL, Invisualidade da Pintura: Uma História de Giotto a Bruce Nauman


Este é um livro sem começo nem fim, enciclopédia pós-hegeliana das ciências filosófico-visuais em epítome ou, de forma mais abreviada, um livro de considerações sobre objectos invisuais e acontecimentos artísticos que subvertem e superam a lógica e o sentido das obras de arte e dos acontecimentos. Em suma. Este é o livro que todos já lemos um dia antes de o termos lido, tal é a natureza polimorfa da sua força interpretativa e o estilo surpreendente das suas linhas de fuga.
CARLOS FRANÇA (Sobre “Invisualidade da Pintura”)

Sul Caravaggio c'è ancora molto da dire, specialmente per quanto riguarda il forte contrasto chiaroscurale. Il Suo piccolo libro rappresenta un'importante scelta di campo e sono certa che sia un contributo che aggiunge qualche cosa di nuovo.
MINA GREGORI (Sobre “Deus e Caravaggio”)